Top 10 culinária brasileira

Acarajé

Ingredientes

Modo de Preparo

  1. Preparo do Feijão: Deixe o feijão-fradinho de molho em água por, no mínimo, 6 a 8 horas, ou de um dia para o outr
  2. Descascar o Feijão: Escorra a água e lave o feijão, retirando toda a casca. Esse processo é essencial para a textura correta da massa.
  3. Bater a Massa: Triture o feijão sem casca junto com a cebola e o sal em um liquidificador ou moedor de cereais até obter um creme liso e homogêneo. Adicione um pouco de água, se necessário, para ajudar a bater.
  4. Aerar a Massa: Transfira a massa para uma bacia e bata vigorosamente com uma colher de pau, de baixo para cima, por cerca de 15 a 20 minutos. Esse processo incorpora ar, fazendo a massa fermentar e ficar leve e fofinha.
  5. Fritura: Aqueça o azeite de dendê em uma panela funda.
  6. Modelar e Fritar: Com o auxílio de duas colheres de pau, modele os bolinhos de acarajé e coloque-os para fritar no azeite de dendê quente até que fiquem dourados e crocantes.
  7. Servir: O acarajé deve ser servido quente, cortado ao meio e recheado com vatapá, vinagrete e camarão seco a gosto.

Acompanhamentos Simples

  1. Vatapá: Pode ser feito com pão francês umedecido em leite de coco, amendoim, castanha-de-caju, camarão seco, cebola, alho, gengibre e azeite de dendê, tudo processado e cozido até atingir uma consistência cremosa.
  2. Vinagrete: Pique tomates (preferencialmente verdes), cebola roxa e coentro. Tempere com azeite de oliva, vinagre e sal a gosto.
  3. Bater a Massa: Triture o feijão sem casca junto com a cebola e o sal em um liquidificador ou moedor de cereais até obter um creme liso e homogêneo. Adicione um pouco de água, se necessário, para ajudar a bater.
  4. Aerar a Massa: Transfira a massa para uma bacia e bata vigorosamente com uma colher de pau, de baixo para cima, por cerca de 15 a 20 minutos. Esse processo incorpora ar, fazendo a massa fermentar e ficar leve e fofinha.
  5. Camarão seco (para recheio)

No Brasil colonial, as mulheres escravizadas começaram a vender acarajé nas ruas para sobreviver e comprar a alforria de outras pessoas, transformando-o em uma importante fonte de renda e um símbolo de resistência cultural.